segunda-feira, 24 de junho de 2013

Tanta gente.

- E o desapego, Ana Carolina?

- Eu sei, eu sei. Não precisa repetir.

- Sabe mesmo?

- Sei sim.

- Está na hora de botar em prática. Você não acha?

- Acho.

- Então?

- É difícil me desapegar de algo que um dia foi tão importante.

- Tanta gente faz isso...

- Eu não sou "tanta gente".

terça-feira, 4 de setembro de 2012

The cake is a lie.

Você já ouviu falar que muitas pessoas só aprendem quando quebram a cara? Pois é, posso dizer que eu sou era uma dessas. De tanto dar murro em ponta da faca, finalmente consegui colocar na minha cabeça-oca que muitas coisas são do jeito que são e não há nada que eu possa fazer para mudar isso. E ponto final. Confesso que fico deveras decepcionada, pois infelizmente (ou não), sou uma pessoa que gosta das coisas corretas. Não sei pisar em cima de ninguém pra sair por cima, não sei puxar saco de chefe para ter regalias (até tentei, confesso, mas isso não é da minha índole) e muito menos fazer algo planejando o mal de alguém. Mas a verdade que eu vejo é que nem todos pensam assim.

Sério, cansei de dar valor a quem não merece, a correr atrás de quem coloca pedras no meu caminho. Um relacionamento, qualquer que seja (família, marido, amigos, colegas de trabalho, whatever), é uma via de mão dupla. E eu percebi que, simplesmente, não vale a pena. Não vale a pena carregar o mundo nas costas, por quem quer que seja. 

As pessoas que quero bem eu conto nos dedos. As demais, eu aturo. Ou procuro manter distância. É egoísta pensar assim? Eu vejo como uma auto-defesa. Não sou mais aquela menininha que sorri pra todo mundo, que acredita em qualquer coisa que digam ou que procura ser amiga de todo mundo. E por quê? Porque não vale a pena.

A você que está lendo isso e já se decepcionou porque uma pessoa foi importante pra você um dia e hoje ela nem mais faz questão de te dar bom dia, eu te digo: passou a fase dessa pessoa na sua vida. Mácomo assim, Ana? Eu enxergo que certas pessoas passaram na minha vida para me ajudar em algum momento, mas essa fase já passou. O mundo dá voltas e cada um circula do jeito que bem entender. E muitas algumas vezes, você não está incluído nessa. É triste, porém, é a realidade.

Não estou dizendo que é pra você ficar revoltado e achar que todo mundo não presta. Ao contrário, digo que é preciso saber escolher quem você quer deixar ao seu lado. E escolher muito bem, pois existem muitas máscaras. Já me disseram que a vida é um teatro, mas você não precisa ser o palhaço ou o bobo da corte. Aprenda isso!


Lembre-se: The cake is a lie.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Uma das razões da minha vida: Hachiko

E cá estou com uma postagem quentinha! OE!

Quero apresentar a quem ainda não conhece (mesmo eu tendo postado tantas fotos no facebook) a minha filha de 4 patas e hoje com 8 meses de idade: Hachiko.
 
 No dia 01/01/12, quando chegou aqui em casa, ainda com 3~4 meses.
Ela não passava de uma bolinha minúscula.

O nome Hachiko (lê-se Ratíco) foi escolhido graças ao filme Hachi (em português, Sempre ao seu Lado) e significa "cão fiel". Muitos falam "Nossa, não podia ter escolhido um nome mais fácil, não?" e eu respondo: NÃO. Se tanta gente coloca o nome Marley por causa do filme/livro Marley & Eu, por que raios eu não posso colocar Hachiko? Então vão se catar :)

Como sempre tive gatos como animal de estimação, cuidar de uma filhote de cachorro era um desafio pra mim. Gatos são mais independentes e sabem se virar com mais facilidade, já um cachorro é totalmente dependente do seu dono. No começo, confesso que surtei. Depois de uma semana de muita mijação e cocôzeras em local errado, papelão picado, choros infindáveis, mordidas incessantes e muita encheção de paciência, fiz uma coisa do qual me arrependo muito: liguei para a moça que me doou a cachorrinha, Débora Ximenes, para devolvê-la, pois não iria aguentar tudo aquilo por mais tempo. Ao menos, era o que eu pensava.
Quando desliguei a ligação, chorava sem parar, soluçando. O Flávio, meu noivo, tentava me acalmar e me perguntava se eu tinha certeza da minha decisão, se não iria me arrepender e voltar atrás.  Naquele instante, comecei a olhar para aquela bola de pelos pulando em mim, me mordendo e pedindo carinho. Em uma semana, me apeguei tanto àquela cachorrinha que por um instante, imaginei minha vida sem ela. Foi terrível.  Eu não iria conseguir devolver aquela que tinha se tornado a minha filha, parte de mim.
 
 Diz se essa carinha não é irresistível?
PS: esse treco na patinha dela era um papel que ela tinha acabado de destruir.

No dia seguinte, eu caí na besteira de não entrar na internet. Depois, no outro dia, entrei no facebook da Débora e me deparei com fotos da Hachiko para doação e o pior: ela já tinha uma nova dona. Entrei em desespero, comecei a chorar e liguei para a Débora pedindo desculpas e implorando para que ela não viesse buscar a Hachiko, pois ela estaria tirando a minha vida. Com muita relutância, a Débora decidiu deixá-la comigo, com a condição de vir à minha casa para ver como a cachorrinha estaria. Concordei.

No sábado, dia em que a Débora veio visistar a Hachiko, foi uma festa. Ela pulou, mordeu, correu, brincou e mostrou à Débora que estava feliz. E eu, mais feliz ainda por ter uma cachorrinha como ela em casa.

Essa é a cara que ela estava fazendo pra Débora: "VOU TE PEGAAAAAAAAAAAAR!"

Passado o "susto", vem a época de ter paciência. Coloquei na minha cabeça que eu iria ficar com a Hachiko, custasse o que custar. E lá se foram roupas, chinelos, comida (preciso mesmo contar tudo?) e mais um monte de coisas que agora jaz em pança. Mas isso não me fez desistir, apesar de muitas vezes soltar um "putaquepariiiiiiiiiiiiiiiiiiu" e coisas do gênero. Hachiko é uma cachorrinha muito dócil, tirando seus momentos de pentelhice, principalmente na parte da noite, quando eu e meu noivo chegamos do trabalho e ela quer brincar, porque dormiu o dia todo. Ah, sem contar quando estamos preparando comida, em que ela fica pulando na mesa, na pia e no fogão querendo pegar tudo. E quando estamos comendo também, só pra constar.

Mesmo assim, nada me tira a felicidade de vê-la pulando e abanando o rabinho com as orelhinhas pra trás quando eu chego em casa. E o jeito que ela vem bem pertinho pedindo carinho e agradece abanando o rabinho. Quem tem cachorro sabe muito bem o que estou dizendo.

Bem, esse é só o COMEÇO da história. Tenho muita coisa pra contar, como por exemplo, o dia em que ela pegou a pontinha do rolo de papel higiênico e saiu correndo pela casa arrastando, parecendo coisa de filme no estilo Beethoven. Mas fica para um próximo post. :)

Logo abaixo, a foto mais recente dela. Pra vocês verem como ela está agora, com seus apenas 14 kilos...

E aí? Já chegou a hora da ração?

Até! ;*

sábado, 7 de abril de 2012

Meme dos 11

Há tempos não posto por aqui... Recebi esse meme da fofa da Larissa Ayumi. E como já queria atualizar o blog, uno o útil ao agradável.

Regras - Escrever 11 fatos aleatórios sobre você no blog; Responder as 11 perguntas que a pessoa que te tagueou fez para você; Criar 11 novas perguntas para as pessoas que você taguear; Escolher as 11 pessoas que vai taguear e as linkar no seu post; Avisar as 11 pessoas escolhidas que você as tagueou; Não as taguear de volta; E colocar as regras no post!

Fatos aleatórios:

1. Nasci em São Caetano do Sul (cidade vizinha de SP), mas vim pra cá com 1~2 anos de idade. Não curto minha cidade-natal por ser muito parada. Mas a qualidade de vida lá é absurdamente incrível. 
2. Quando estou prestando atenção em alguma coisa, eu fico com a pontinha da língua pra fora. Sei lá o porquê, é automático, meu noivo vive me zuando sobre isso. 
3. Já fui administradora/moderadora do maior site sobre cosplay na época, o cosplay.br.com.br e já julguei alguns concursos. Mas nunca fiz um cosplay sequer na vida :) 
4. Sou evangélica (q?). Já participei do grupo de canto da igreja e já dei aula dominical pra criancinhas. Hoje, ainda estou à procura de uma igreja em que eu me sinta bem. 
5. Quando criança, eu brinquei mais de videogame e super heróis do que de boneca. Sempre fui meio nerd, ligada a coisas voltadas à tecnologia. 
6. Sou perfeccionista AO EXTREMO. Sério, daquelas meio paranóicas. Mas estou tentando mudar isso.
7. Comecei a fazer a faculdade de Publicidade e Propaganda, porém tive que parar por motivos de força maior. Depois, já pensei em fazer Administração, Comex, Assistência Social e pasmem: Enfermagem (tenho MEDO de agulhas). Mas o meu coração sempre bateu mais forte pela área da comunicação.
8. Tenho uma tatuagem nas costas: um kanji que significa "mãe". Foi uma homenagem que fiz pra pessoa mais importante da minha vida, que, infelizmente, não está mais neste plano.
9. Já fiz 1 ano de aula de bateria, mas tive que parar também D: Hoje, pratico Kung Fu Garra de Águia nas horas livres pós- trabalho. 
10. Sou V-I-C-I-A-D-A em Final Fantasy VII, o jogo da minha vida, por n motivos, desde a história até minha personagem favorita, Aeris. Se eu ficar enumerando os motivos por gostar desse jogo, ficarei digitando até amanhã.
11. Amo maquiagens e esmaltes, porém, detesto usar salto alto. Meus pézinhos são deveras frescurentos (minha podóloga que o diga).

Perguntas Respondidas:

1. Quando criança, o que profissão queria ter? Já quis ser de tudo um pouco: modelo (que menina que brincava de Barbie não gostaria de ser?), professora, mas meu coração batia por veterinária. Sempre gostei de animais.

 2. 5 lugares que gostaria de conhecer. Toronto, Florianópolis, Belo Horizonte, Paris e Londres. Tem mais, mas só pediram 5 D:

3. Um desenho animado que adorava quando criança. CAVALEEEEEEEEEEIROS DO ZODÍACOOOOOOOO! Sério, eu era tão viciada que quando acabava o episódio e mostrava as cenas do próximo, eu citava até as falas dos personagens :O

4. A coisa mais radical que já fez. Decidir deixar a "comodidade" da minha casa e morar de aluguel com o namorado (agora noivo). Tem sido uma aventura até hoje.

5. Uma música que odeia ter de admitir, mas gosta. Cedo ou Tarde - NX Zero. ODEIO a banda com todas as minhas forças, mas essa música tem muito sentido pra mim.

6. Se fosse um animal, qual seria? Leão. Preciso mesmo explicar?

7. Calor ou frio? Frio! Calor é um saco.

8. Porque resolveu criar um blog? Respondi essa pergunta no primeiro post deste blog, mas respondendo novamente: pra me forçar a escrever do jeito que eu fazia antes. Sabe quando você sente que perdeu o dom da coisa? Então.

9. Uma língua que gostaria de aprender. Além do inglês, o mandarim. *dinheiro feelings*

10. Uma vontade anda não realizada. Vixe, tenho vontade de tanta coisa, principalmente de comer. :P Falando sério, tenho vontade de sair pelo mundo, apenas com uma mochila nas costas, sem destino, apenas para sentir a liberdade.

11. Qual o sonho mais louco que já teve? Ultimamente tenho sonhado em branco. Mas o sonho mais louco que já tive foi eu ser uma personagem de um jogo de RPG, que tinha que fazer quests, matar monstros, explorar cidades. Quando acordei, fiquei com cara de "q?"

Perguntas:
1. Três coisas que você não poderia viver sem.
2. Qual música te dá a sensação que a letra foi feita para você?
3. Uma mania sua que não gostaria de ter.
4. Um filme que te fez enxergar alguma coisa com outros olhos.
5. A paisagem mais linda que você já viu.
6. Em que lugar gostaria de estar neste exato momento.
7. Uma pessoa que te faz suspirar.
8. Qual o livro que está lendo no momento.
9. Um objetivo a ser cumprido durante esse ano.
10. Um site que entra com certa frequência e recomenda.
11. Objeto preferido. (pra não ficar uma coisa tosca como "sim ou não?" "azul ou rosa?", copiei as perguntas descaradamente do post da Larissa porque eu estou com UMA CRIATIVIDADE esta noite...)

Para: 
- Davi Bottini (DB Works)
- Jennifer (Blecauteando)
- Rebi Bondioli (Vívida Monotonia)
- Liz Micheleto (Coisinhas e Make)
- Felipe Martins (FMS's Blog)
- Sunnah Mansur (Sunnah Mansur)
- Youkai Sanseru (Youkai Sanseru)

E como não tenho 11 pessoas que conheço que possuem blog, faça quem quiser :)

sábado, 27 de agosto de 2011

Pra você, mãe.

Saudades do abraço apertado, do cheiro gostoso, das palavras doces. Da cara de preocupação.
Saudades das gírias inventadas, dos apelidos mais fofos. Das mãos acolhedoras.
Saudades do olhar sereno, do sorriso espontâneo. Da risada desenfreada, do choro calado.
Saudades do andar calmo, da doçura sem fim. Dos cabelos brancos, da baixa estatura.
Saudades da vontade de viver. De poder chamar "mãe".
Saudade de dizer todos os dias que eu amo você. E você dizer que me ama mais ainda.

Minha rainha
.

Maria das Graças Maciel Hernandes
29/12/1955 - 07/08/2011

domingo, 10 de julho de 2011

Quem tem pressa... espera aí.

Este post é uma reflexão do que aconteceu recentemente comigo (e tantas outras vezes mais). Sem dúvidas, uma das coisas que mais me irritam na face da terra é: pessoas que andam "desfilando" na minha frente. Muitas das vezes que cogitei a ideia de ir ao shopping, por exemplo, foram deixadas pra trás pelo fato de me imaginar no meio de uma multidão, tentando passar pelas pessoas e ficando irritada por vê-las caminhando como se não houvesse amanhã. Me sinto o Michael Schumacher com um monte de Rubinho Barrichelo à minha frente, tirando o fato que elas NÃO abrem caminho para mim, claro.

Pior então são aquelas pessoas que INSISTEM em atrapalhar a passagem das outras. Exemplos mais comuns: gente que fica parada bem na porcaria da porta do ônibus/metrô sendo que NÃO vai descer na próxima parada; gente que fica bem na entrada das lojas vendo vitrines e impedindo que as demais pessoas entrem (já desisti de fazer muitas compras por isso também); gente que fica bem na frente da escada-rolante. Vai subir/descer ou não, criatura? - ah sim, essa última também vale pros casaizinhos que ficam se beijando na escada-rolante, achando que é a cena mais romântica da face da terra, e desrespeitando o aviso de "permaneça à direita".


Nem é questão de "Ai, Anne. Como você é estressada!" não. Pra mim, tudo isso é uma questão de respeito com o próximo. Mas parece que a grande maioria das pessoas esqueceu a educação em casa, né?

E você? Concorda?

=

PS: Em tempo, PRE-CI-SO comentar algo cômico de ontem a noite: saindo do metrô Tatuapé, eu e o meu namorado fomos pegar ônibus no terminal. Como todo mundo de SP sabe, graças ao nosso amado bilhete único, não existe mais a opção de entrar pela porta de trás nos terminais. Porém, chegando no ponto, vimos que o ônibus estava com a porta de trás aberta. Sem mais nem menos, subimos. E a porta se fechou logo depois que entrei. Sentamos, olhei pro meu namorado e falei: "Amor... acho que devíamos ter entrado pela frente." Olhamos ao redor e TODO MUNDO do ônibus estava olhando pra gente. Na maior cara de pau, falei: "Qualquer coisa, você é de Sorocaba mesmo."

Coisas que vamos contar pros nossos netos um dia.
:)

domingo, 26 de junho de 2011

"Olha, é a The Save Point!"

Poisé, já ouvi muita gente me perguntando "Por que você usa o nick thesavepoint?" Tirando aqui neste blog, todas as minhas url na internet são com esse nick (vide meu twitter e meu tumblr). O que muita gente não sabe é o porquê eu adotei esse nickname pessoal.

Beeeeeem, tudo começou com uma das minhas "deletanças" de fotolog. Como no fotolog tem quase-todo-tipo-de-nome-já-inventado-da-face-da-terra, eu estava em dúvida de qual nome eu colocaria. Em um dos meus raros momentos de ócio criativo, eu pensei em algo nerd e ao mesmo tempo reflexivo. Para que não sabe, meu jogo preferido é e sempre será Final Fantasy VII, aquele do Playstation 1. Nele, há a minha personagem favorita, Aeris. Eu jogava alucinadamente esse jogo, tinha os melhores equipamentos, todas as matérias, etc e tal. Porém, tinha uma CG, que por mais triste que fosse, eu via sempre: a morte de Aeris (malz aê se você nunca jogou e tomou spoiler).



E como naquela época eu não tinha computador e menos ainda existia o youtube, a única forma de eu rever essa CG era criando um "save point" pouco antes da CG. E foi exatamente isso que eu fiz: criei este ponto no meu memory card e continuei o jogo em outro.

"Save Point" no FFVII é um elemento parecido com um cristal que fica em determinados locais do game para que você possa criar um ponto e continuar seu jogo dali, caso você tenha que parar e retomar outra hora. Em Resident Evil, por exemplo, o Save Point é uma máquina de escrever.

Agora, o que raios tem "Save Point" de reflexivo? Simples: você está lá jogando, salva seu jogo antes de matar um mestre e pimba: você morre. Ou até salva seu jogo com medo de fazer algo errado e se erra mesmo, é só voltar no jogo que tudo estará como antes. Então, fazendo uma analogia com "você errou, volta no save point que fica tudo certo", não seria ótimo se você tivesse um save point na vida real para toda vez que você cometesse uma cagada, pudesse voltar no tempo, desfazer tudo e recomeçar para não errar novamente?

Claro que isso é muito utópico e às vezes penso que a vida não teria graça se tudo acontecesse da maneira certa o tempo todo. Mas que de vez em quando seria bom, seria, não seria?

E assim, escolhi o nome do fotolog e consequentemente, adotei como nickname. Só não registrei o blog com esse domínio porque já existe. Aliás, foi uma TOR-TU-RA encontrar um nome para este blog. Mas isso já é conversa para outro post.

E você? O que faria se tivesse um Save Point?